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  • Osteopatia e Quiropraxia

    Osteopatia e Quiropraxia

    Ambas são técnicas que tratam manualmente as estruturas do corpo. Ambas também se utilizam da observação e do toque para identificar o problema e consideram o corpo humano como uma unidade interligada entre si e não uma reunião de peças ou engrenagens.

    Lançadas nos Estados Unidos, a osteopatia e a quiropraxia, assim como semelhanças, apresentam uma série de diferenças conceituais e práticas.

    A osteopatia – criada em 1874 por Andrew Taylor Still – que fundou a Osteopathic Medical School usa métodos mecânicos e de manipulação para detectar e corrigir falhas na estrutura do corpo. De forma geral, concentra-se nos sistemas locomotor nervoso e circulatório. Usa mais comumente os exames físicos e outros diagnósticos da medicina tradicional apenas em casos muito específicos.

    Já a quiropraxia – criada em 1890 por Daniel David Palmer, que fundou a Palmer School of Chiropractic, nos Estados Unidos, a primeira escola de quiropraxia no mundo – embora seja considerada uma terapia que se propõe a aliviar diversos problemas de saúde por meio de práticas manipulativas, ainda é considerada como modalidade alternativa e não como um ramo da ciência médica.

    Apesar disso, utiliza-se da medicina tradicional para a detecção de problemas. Concentra seus esforços na coluna e no sistema nervoso.

    Quais doenças tratam?

    Osteopatia

    O campo de tratamento é amplo e envolve dores ciáticas, lombalgias, dorsalgias, cervicalgias, hérnias discais, escolioses, torcicolos, entorses, epicondilites, tendinites, síndromes do túnel do carpo, dores nos ombros, contraturas musculares, tensões ou distúrbios da articulação temporo-mandibular (ATM), além de problemas decorrentes de acidentes, quedas, fraturas ou cirurgias.

    É também eficaz em casos de enxaquecas, dores de cabeça, problemas digestivos, vertigens, insônia, sinusite, estresse, constipação, tensão pré-menstrual e problemas respiratórios.

    Para que isso ocorra, o osteopata utiliza as mãos como instrumento, usando técnicas estruturais (visam o ajuste das articulações), musculares (tratamento de músculos e tendões), cranianas (partem do crânio para tratar todo o corpo), viscerais (tratam os órgãos e a relação entre eles), fasciais (tecidos fasciais do corpo humano) e linfáticas e imunitárias (sistema linfático e sistema imunitário).

    Quiropraxia

    Também apresenta um amplo campo de tratamento com destaque para dores nas costas, cervicalgia, cervicobraquialgia (pescoço e braço), degeneração da coluna, lombalgia, lombociatalgia (dor na coluna e na perna), escoliose, cifose hiper ou hipo lordose, dor de cabeça, nos ombros, cefaléia tensional, tensão, estresse, hérnia de disco, dor ciática, torcicolo, problemas de postura e adormecimento de braços ou pernas.

    É também eficaz em casos de tontura, tendinites, bursites, síndromes do túnel do carpo, fibromialgia e espondilolistese.

    Para que isso ocorra, o quiropraxista também utiliza as mãos. A manipulação quiroprática consiste na manipulação das vértebras que apresentam padrões anormais de movimento ou deixaram de funcionar por algum motivo.

    O objetivo deste tratamento quiroprático é reduzir a subluxação, o que resulta em um aumento da amplitude de movimento e a redução da irritabilidade do nervo.

    Fonte: http://www.phisiotrainer.com.br/blog/qual-e-diferenca-entre-osteopatia-e-quiropraxia/